Alvaro García de Zúñiga

Nasceu em 1958 em Montevideo, morreu em Lisboa na madrugada do dia 23 de Abril 2014.

Formado fundamentalmente em música (violino e composição com Norbert Brainin, Amadeus Quartet, Sergio Prieto, Roque de Pedro, etc.), o teatro musical leva-o para o teatro tout court e daí passa para outras literaturas. Autor de peças de teatro, argumentos para cinema, uma adaptação para ópera, várias obras em prosa e poesia, a escrita leva-o à encenação de teatro e à realização cinematográfica e radiofónica.

Para o poeta, Alvaro García de Zúñiga, a língua (e as línguas) são a matéria prima do seu trabalho. Uma língua musical, visual, uma língua inventada, esvaziada, destruída e reconstruída, geradora de sons/sentidos múltiplos. Uma língua sem nacionalidade específica que se diverte a cruzar-se com outras línguas e a inverter as convenções linguísticas. Uma língua elástica em que as normas não são impositivas e as diferenças são bem vindas. Uma língua estrangeira, lógica e sonora.
Muitos dos seus textos foram encenados pelo autor ou objecto de leituras públicas. Realizou vários filmes de curta e média metragem, peças de teatro radiofónico e arte acústica.
Em 1996, com Teresa Albuquerque forma a associação blablaLab no âmbito da qual levam a cabo projectos transversais e pluridisciplinares que se implementam em diferentes cidades da Europa (Berlin, Zurique, Paris, Lille, Colónia…).

 

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